terça-feira, 10 de novembro de 2009

Morcegos fazem sexo oral para prolongar a relação

Morcegos asiáticos de uma espécie frugívora - que se alimenta de frutas e vegetais - praticam sexo oral, o que aumenta o tempo da cópula, revelou uma pesquisa publicada na revista científica PlosOne.

A investigação, realizada por cientistas do Instituto de Entomologia de Guangdong, na China, mostrou que é comum as fêmeas da espécie de morcegos Cynopterus sphinx lamberem o pénis de seu parceiro durante a cópula abdominal.

O estudo explica que "a fêmea abaixa a cabeça para lamber a parte intermédia ou a base do pénis do macho. Não lambendo a área da glande, que já penetrou a vagina".

O investigadores perceberam então que os machos "nunca retiravam o pénis enquanto era lambido pela parceira". Ou seja, quanto mais tempo a fêmea lambia o pénis do macho, mais durava a cópula.

Apesar de ser frequente na sexualidade humana, é raro a ciência documentá-lo noutros animais. Este comportamento foi, no entanto, detectado nos macacos bonobos, mas apenas como uma "diversão" entre jovens machos.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Existem tempestades de rãs e sapos?

Apesar de ser um fenômeno muito raro a "chuva" de rãs, sapos e outros pequenos animais como peixes e lagartixas já foi registrada em vários lugares do mundo. Mas não comece a pensar em pragas bíblicas porque a queda do céu destes bichinhos desafortunados pode ser facilmente explicada cientificamente.

A causa na verdade é bem singela. As fortes correntes ascendentes de ar que encontramos nos tornados ou nas tempestades de alta intensidade podem absorver ou empurrar para cima qualquer objeto ou animal que não tenha sido suficientemente precavido para procurar um refúgio. Por isto ninguém ouve falar em chuva de toupeiras ou coelhos, que procuram abrigo rapidamente em caso de tempestade.

Uma vez empurrados para o núcleo da tempestade ou tornado, as correntes ascendentes os mantêm dentro das nuvens, sendo fustigados por fortes correntes de ar até que a tempestade perca intensidade. Aí então, tudo o que tinha sido absorvido pela tempestade cede ante a lei da gravidade e cai, criando uma verdadeira "chuva".

Quando estudamos as correntes de ar que se encontram dentro das tempestades vemos que não é tão estranho que isto aconteça, já que os ventos ascendentes podem chegar a 200 km/h, capazes de lançar para o alto qualquer objeto que tenha sido absorvido. Este fenômeno já matou vários praticantes de asa-delta que, por um excesso de confiança, voaram perto demais de um tornado e acabaram sendo empurrados até seu "cume", a mais de 11 mil metros de altura.

A esta altura as temperaturas são tão baixas que qualquer ser vivo morre congelado. Alguns pilotos chegaram mesmo a tentar desprender-se da asa-delta para lançar-se em queda livre, mas os ventos eram tão intensos que eles foram empurrados para cima da mesma forma.

Quando e como surgiu a camisinha?

Durante séculos, homens e mulheres têm procurado métodos contraceptivos, vários foram testados, mas a maioria se mostrou apenas dolorosa e ineficaz. Na tentativa de evitar uma gravidez indesejada ou doenças sexualmente transmissíveis a humanidade inventou fórmulas tão estranhas quanto gengibre e suco do fumo ou excrementos de crocodilo, que possui pH alcalino, assim como os espermicidas modernos.

O nascimento da camisinha não foi muito mais nobre do que isto. Na Ásia usava-se um envoltório de papel de seda untado com óleo. No Antigo Egito os egípcios já usavam ancestrais de camisinhas não como anticoncepcionais, mas como proteção contra picadas de insetos (durante as caçadas, não no sexo). Elas eram feitas de tecido ou outros materiais porosos pouco eficazes como métodos anticoncepcionais.

Mas, durante a Idade Média, com a disseminação de doenças venéreas na Europa se fazia necessário a invenção de um método mais eficaz. Em 1564, o anatomista e cirurgião Gabrielle Fallopio confeccionou um forro de linho do tamanho do pênis e embebido em ervas. Mais adiante, estes preservativos passaram a ser embebidos em soluções químicas (pretensamente espermicidas) e depois secados.

Foi só no século XVII, que a camisinha ganhou um "toque de classe". O Dr. Quondam, alarmado com o número de filhos ilegítimos do rei Carlos II da Inglaterra (1630-1685), criou um protetor feito com tripa de animais. O ajuste da extremidade aberta era feito com um laço, o que, obviamente, não era muito cômodo, mas o dispositivo fez tanto sucesso que há quem diga que o nome em inglês (condom) seria uma homenagem ao médico. Outros registros indicam que o nome parece vir mesmo do latim "condus" (receptáculo).

A "camisinha-tripa" seguiu sendo usada, até 1839, quando Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha, fazendo-a flexível a temperatura ambiente. Mas não se anime que a higiene absoluta ainda não nasceu. Nesta época, os preservativos de borracha eram grossos e caros e por isto lavados e reutilizados diversas vezes.

As camisinhas de látex só surgiram em 1880 e daí evoluíram à medida que novos materiais foram desenvolvidos, adicionando novas formas, melhorando a confiabilidade e durabilidade.

Por que o estômago faz barulho???

O estômago naturalmente já provoca certo barulho característico das atividades do sistema digestório. No entanto, quando uma pessoa está com muita fome, seu estômago passa a fazer um barulho acima do normal, chegando a ser audível até mesmo para pessoas ao seu redor.

Quando vemos, sentimos o cheiro ou imaginamos o alimento, nosso cérebro envia informações para o tubo digestivo como forma de preparação para a realização da atividade digestória. Dessa forma, os órgãos começam a se preparar para receber os alimentos. O barulho que escutamos é provocado pelo estômago e intestino delgado, que passam a se contrair e relaxar várias vezes, no chamado movimento peristáltico. Esse movimento provoca a agitação dos gases e líquidos contidos em seu interior, resultando no “ronco” do estômago.

Os sinais da mentira

O mentiroso, por melhor que seja, tende a apresentar determinadas atitudes que acabam por denunciá-lo. Entre elas, está:


Desviar os olhos quando perguntado sobre assuntos delicados.


Piscar os olhos com maior freqüência.


Piscar rapidamente quando a conversa declina para um tópico comprometedor.


Inclinar-se para trás.


Responder “não” e balançar a cabeça afirmativamente, mesmo que de leve.


Respirar em pequenas e rápidas golfadas e entremeá-las com suspiros longos e profundos.


Evitar apontar o dedo ou enfatizar as palavras com movimentos amplos dos braços.


Ao narrar uma história, fazer “pontes de textos”, que consistem em acelerações artificiais da seqüência dos fatos.


Pedir que o interlocutor repita a pergunta, com intuito de ganhar mais tempo na elaboração de uma resposta.


Não falar mal de si, mesmo em assuntos que não tem nada a ver com a mentira.

Doença causadas por (re)sentimentos

Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós.
Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.
Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão, diz Louise L. Hay.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais .
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise.
Reflita, vale a pena tentar evitá-las:

DOENÇAS / CAUSAS

AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.

ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.

APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.

ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.

ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.

ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.

BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.

CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.

COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.

DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.

DIABETES: Tristeza profunda.

DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.

DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.

DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente

ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.

FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro (a).

FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.

GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.

HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.

HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.

INSÔNIA: Medo, culpa.

LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.

MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.

NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.

PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.

PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.

PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.

PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.

PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.

PULMÕES: Medo de absorver a vida.

QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.

RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.

REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.

RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.

RINS : medo da crítica, do fracasso, desapontamento.

SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.

TIRÓIDE: Humilhação.

TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.

ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.

VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Curioso não?

Por isso vamos tomar cuidado com os nosso sentimentos...principalmente daqueles que escondemos de nós.
'Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma'.

Remédios indicados: Auto Estima, Perdão, Amor.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O cara dos meus sonhos - Parte final

Marcelo sabia que Phamella adorava flores e chocolate, começou a lhe enviar buquês de flores todos os dias, com declarações, poemas nos cartões, mas com um detalhe, ele assinava como sendo um admirador apaixonado.
Depois começou a deixar em sua bolsa um bombom todos os dias com bilhetes. Nesta altura do campeonato seu namorado já havia terminado o namoro alegando que ala já não se importava mais com ele e só pensava num cara que nem conhecia.
Phamella nem ligou pro que ele disse, pois só pensava em descobrir quem era este cara que acabou roubando seu coração sem nem se revelar.
Ao saber da história Victória logo deduziu que este admirador seria o Marcelo por ele ter jurado reconquista-la. Quis contar tudo pra ela, mas nem deu tempo, pois ela havia se envolvido com um homem que sem ela saber era traficante e colocou em sua bolsa um pacote de cocaína. Quando ela dirigia-se à casa de Phamella foi pega por policiais e presa.
Depois de dois meses foi condenada a 2 anos de prisão, apesar de inocente.
Marcelo percebeu que Phamella estava completamente apaixonada por seu admirador e resolveu que era a hora de se revelar.
Colocou em sua bolsa um último bombom com um bilhete contendo informações de onde poderia encontrá-lo. Ela ficou explodindo de felicidade, colocou a sua roupa mais bonita seu perfume mais caro e foi ao seu encontro.
Quando ela chegou ao local marcado Marcelo estava de costas com um buquê das rosas que ela mais gostava. Ao virar-se, Phamella tomou o maior susto ao ver quem era, quase não acreditou que seu admirador, a pessoa por quem havia se apaixonado era o Marcelo. Quis ir embora, pois ainda não tinha esquecido a traição, mas ele correu, pegou-a pelo braço e lhe deu um beijo. Phamella relembrou aquele amor que sentia por ele, mas a traição ainda falava mais alto, ele então a chamou para conversar.
Confessou que foi tudo culpa da Victória, a idéia, a garota, mas que ele também era culpado por cair naquela armadilha, pediu-lhe sinceras desculpas e prometeu jamais fazer isso novamente, mas o que jamais poderia era viver sem o amor dela.
Ao ouvir estas palavras ela percebeu que ele era realmente o cara dos seus sonhos e juntos poderiam superar qualquer crise. Reataram o namoro e dois anos depois casaram-se, bem no dia em que a Victória saíra da cadeia. A mesma percebeu que havia perdido a batalha e resolveu pedir desculpas aos dois e ir morar no exterior, onde conheceu um alemão com quem se casou.
Hoje, Phamella e Marcelo fazem dez anos de casados e contam aos filhos e netos esta bela história de amor.

Mireli M. da silva